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Parceria entre ACM e CORECON viabilizará boletim mensal de análises econômicas

Acordo de cooperação tem o objetivo de viabilizar Boletim Panorama Econômico, análises de cenários e de indicadores para subsidiar tomada de decisão do empresariado


A Associação Comercial do Maranhão e o Conselho Regional de Economia – Corecon/MA firmaram, no último dia 22, uma parceria que viabilizará a edição mensal do Boletim Panorama Econômico, editado pelas duas instituições. A iniciativa é de responsabilidade da VP para Assuntos de Economia e Finanças da ACM.

"Trata-se de uma meta da gestão, que começamos a concretizar e deve ajudará ajudar o empresariado, tornando acessíveis indicadores e dados importantes no dia a dia", comemorou Fernando Duailibe.

Assinaram o termo de cooperação mútua, o presidente do Corecon, economista Frednan Bezerra dos Santos e, pela ACM, o vice-presidente Fabrizio Duailibe.

Segundo Frednan Santos, o boletim trará uma abordagem sobre indicadores econômicos diferente da usual, em linguagem acessível que mostre o lado prático da conjuntura econômica. “Queremos trabalhar os indicadores e dados econômicos de forma compreensível para apoiar a gestão correta, sustentada por dados e informações confiáveis, possibilitando assim decisões seguras aos empresários”, explicou Santos.

A parceria entre as duas entidades, entretanto, não deve se limitar ao Boletim. Pode se estender para outras áreas, possibilitando aos associados da Casa outras análises de cenários e indicadores econômicos úteis no dia a dia, conforme sugeriu o vice-presidente Fabrizio Duailibe.

Palestra - Para marcar a celebração da parceria, por indicação do Corecon, o economista e conselheiro daquele Conselho, Carlos Eduardo Campos, proferiu a palestra Perspectivas da Economia no Maranhão, analisando os impactos da crise econômica e eventuais pressupostos para a retomada do crescimento.

Para o economista, a análise de alguns indicadores em âmbito nacional sinaliza expectativas positivas de certa tendência de retomada do crescimento, sustentadas na necessidade de manutenção da inflação sob controle, queda nas taxas de juros nominais e reais, diminuição do endividamento e aumento da oferta de crédito. Estes fatores, aliados à tranquilidade no plano político, até o final do ano, podem facilitar o reaquecimento de consumo, da produção e eventual recuperação de postos de trabalho.

O Maranhão, segundo ele, com a economia atrelada ao movimento geral da economia nacional e global, que neste momento buscam bases de realinhamento, e fortemente dependente de repasses e investimentos do setor público, tem buscado manter sob controle indicadores como nível de emprego e de renda. 

Indagado sobre como o empresário pode se defender nesse ambiente de crise, que tem ocasionado a saída de empresas do mercado formal e estimulado a concorrência desleal, Carlos Eduardo defendeu a prática da boa gestão, fidelização de clientes e investimentos no bom atendimento. “Mais do que nunca, as estratégias de gestão, farão a diferença e até poderão apontar oportunidades de crescimento”, explicou.




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